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Bon Iver recusa apresentação no Grammy
fevereiro 4th, 2012A banda Bon Iver foi convidada pela organização do Grammy para uma apresentação no dia da premiação. O que ninguém esperava é que a maior premiação da música mundial iria ouvir um grande “não” de Justin Vernon e companhia. Ele disse em uma recente entrevista:
Nós gostariamos de tocar nossa música, mas fomos convidados para apenas uma colaboração com alguém. Nós acreditamos que seríamos indicados pelo álbum que fizemos. Eu, o Brian e um monte de amigos estávamos sendo elogiados por ele, e de repente fomos chamados para tocar uma música que não tem nada a ver com nós ou com o disco. Nós dissemos: foda-se.
Manchester Orchestra confirmado no Lollapalooza brasileiro
janeiro 23rd, 2012Depois de sua passagem por diversos Lollapaloozas espalhados pelo mundo, é a vez do grupo Manchester Orchestra se juntar ao line-up do festival que acontece nos dias 7 e 8 de abril, no jockey clube. A confirmação foi dada através do site oficial.
Membro do Cash Cash em projeto paralelo
janeiro 17th, 2012O guitarrista da banda de electro-pop Cash Cash, Sam Frisch, criou um projeto paralelo com seu amigo Jason Soroka. A dupla denominou o nome de Freak Out Dude e você pode conferir o EP Demonstration na íntegra e até mesmo baixá-lo abaixo:
Bizarro: Martin Johnson ajuda Paris Hilton em gravação de CD
janeiro 17th, 2012A socialite Paris Hilton mais uma vez se aventura no mundo da música. Preparando o seu segundo disco, Paris confirmou através do twitter a colaboração do frontman da banda Boys Like Girs, Martin Johnson. Ela postou:
“No estúdio fazendo música com @DJAfrojack @Shermanology @AntonyPreston @VoiceOfSparrow @SEBINOOO & @MartinSays. Eu ♡ Musica! ♫☺”
Resenha: XLive Festival em São Paulo
janeiro 16th, 2012Em meio a dias de chuva constantes em São Paulo, o outro santo, o Pedro, deu uma trégua no sábado dia 14 de janeiro de 2012 para o primeiro grande show gringo do ano. Estamos falando do XLive Music Festival e sua primeira edição que contou com nada mais, nada menos, do que Every Time I Die, Four Year Strong e New Found Glory.
Depois do festival ter sido adiado, a line-up sofreu suas modificações (chegaram a confirmar e depois desconfirmar as bandas Sum 41, Attack Attack e Blessthefall), só acreditei mesmo que iria assistir as 3 bandas quando vi um post de Dan, do Four Year Strong, no facebook com a foto de todos numa churrascaria em Curitiba.
As apresentações de abertura foram realizadas pelas bandas Doors (que acompanhou a turnê toda nas 4 cidades), Summer e pelos lendários Dance Of Days, e aqui vos digo, com um pouco de vergonha, perdi todas.
Entrei na casa e fui checar os merchandises oficiais. Preço um pouco salgado perto das camisetas que costumamos comprar em shows, entretanto, são oficiais.
Apagam as luzes e sobem ao palco a primeira grande atração da noite, os norte americanos de Buffalo, Every Time I Die.
Nenhuma palavra e Bored Stiff falou pela banda, e começou o empurra empurra pra conseguir chegar mais perto ao palco, e ficar mais próximo dos integrantes. Sem mesmo dar tempo para respirar, soam os acordes da tradicional e aclamada Ebolarama, música de maior sucesso do disco Hot Damn!, de 2003.
O show mal estava começando e eu, e acredito que mais alguns, já estava sem voz. A banda realmente consegue transmitir a energia do palco para a platéia.
A banda se apresenta e chama a galera para cantar a terceira música da noite, No Son Of Mine, mas para quem não soubesse, Keith Buckley (vocalista) disse: “Pra quem não sabe cantar, pode fazer o que eles estão fazendo”, e apontou para a galera do meio, que durante as músicas abriam diversos mosh, e circle pits.
Por sinal, não faltou toques de Keith para a galera animar ainda mais o show, tais como ele próprio disse: “Fazer mais stage dive, como numa cachoeira de gente” porque nos E.U.A “É educado fazer stage dive”. Pedidos atendidos, principalmente para uma garota que recebeu os elogios do vocalista: “É disso que eu estou falando” e dedicou a próxima faixa, The Marvelous Slut, para ela.
As músicas do disco Gutter Phenomenon, Apocalipse Now and Then e The New Black, também conhecida pela sua presença no jogo Rock Band, deram sequência ao show.
Também não faltou elogios por parte da banda para o público, retribuido com mais destuição, até mesmo na faixa inédita Underwater Bimbos From Outer Space, que estará presente no disco Ex-Lives, que será lançado este ano.
O show ia se encaminhando pro fim com a oitava música da noite, I Been Gone a Long Time e os riffs, pulos e muito bate cabeça não descansavam nunca em cima do palco, mas que faltou o cowbell que Keith toca nesta música ao vivo, mas tudo bem, a festa estava feita.
Festa? Sim, a próxima música se trata de uma “Party song”, e “You know how to fucking party, so this is for the hellraisers” (“Vocês sabem como festejar, então esta é para os ‘que abrem o inferno’ “) e a divertida faixa We’rewolf foi tocada e cantada junto da platéia, que ao meu ver conhecia mais esta música do que as outras, o que gerou elogios da banda: “Foi uma grande honra”.
O show terminou com a brutal Floater, que quase sempre encerra os shows da Every Time I Die, que no breakdown fez os irmãos Buckley se atirarem na galera, com guitarra e microfones girando.
A banda sai do palco após uma apresentação épica, que conversando e ouvindo aqueles que não conheciam, foi uma apresentação incrível que não esperavam. E realmente, foi épico, principalmente para aqueles, que como eu, esperava essa banda em nossas terras ha um bom tempo!
De quebra ainda o guitarrista Jordan deu as caras no meio da turma com um câmera o seguindo gravando registros para o próximo DVD da banda (“Shit Happens: The Return”?).
Cortinas se abrem e sobe ao palco a segunda grande atração da noite, Four Year Strong e o agito foi ainda maior.
Prepare To Be Digitally Manipulated abriu as portas para a banda e as vozes da galera foi ouvida em alto e bom som. Tonight We Feel Alive (On A Saturday), que basicamente tem o nome do que sentíamos naquela noite (Nos sentiamos vivos, e era um sábado), foi seguida da também presente no disco Enemy Of The World, What The Hell Is a Gigawatt, que contou com a presença a parte de Alan Day no breakdown, assumindo os berros que antes eram executados por Josh (que saiu recentemente da banda), mostrando que ele também consegue.
E que vozes, Alan e Dan em um dia como nunca, iniciaram os acordes da música Stuck In The Middle, presente no recente disco da banda, In Some Way, Shape, Or Form, que foi cantada tão alta quanto as músicas dos discos mais antigos pela galera, mostrando que está afiada e que tem acompanhado a banda fielmente.
O show seguiu com Catastophe e Heaven Wasn’t Built To Hold Me, também do novo disco. Aproveitou uma brecha e Alan disse que era uma honra estarem em nosso país, e que pelos momentos bons que estavam passando, prometeram voltar mais vezes, o que gerou um certo agito no pessoal. Começou a mais esperada, por mim, Bada Bing! Wit’ A Pipe! e daí sim foi-se o que me restava de voz. Música cantada em alto e bom tom pela banda e respondida pela galera que cantou cada sílaba junto!
A apresentação continuou com Sweet Kerosene, a faixa que recebe o nome do disco mais reconhecido, Enemy Of The World e pela Maniac (R.O.D), que gerou elogios por parte da banda e uma certa surpresa ao perguntarem para a galera quem tinha comprado seus discos, e uma grande parte levantou as mãos. (É isso aí, comprem mais cds!)
It Must Really Suk To Be Four Year Strong Right Now, e alguns problemas na guitarra de Alan, que teve que afinar no meio da execução da mesma, mas que não atrapalhou em nada, pois a galera falava alto e a banda puxava gritos de “hey hey hey” e palmas, não só durante esta, mas em todas as músicas tocadas na apresentação. Mais uma do Rise Or Die Trying foi tocada. Era a vez de Heroes Get Remembered, Legends Never Die, que com certeza será lembrada pelo público, como herois, ou lendas.
Mas o que é bom dura pouco, e com 3 músicas a mais do que a Every Time I Die, a banda tocou o carro chefe Wasting Time (Eternal Summer) que foi cantada em altíssimo tom pela galera, que recebeu os méritos de cantar o refrão final, tornando os músicos os espectadores por aquele instante.
Fim de show e uma apresentação digna de ser uma das melhores que veremos este ano. Muita energia e peso vindos dessa nova leva de bandas hardcore (apesar deles serem de 2001, o sucesso é recente) que tem levado e apresentado o som cada vez mais a jovens inspirados pelo rock, mas que infelizmente os mesmos que pediram “one more song” (mais uma música) não foram correspondidos, afinal, estavamos em um festival e o horário sendo levado à risca.
As luzes se apagam pela última vez. Era hora daquela que tinha colocado o banner de fundo desde a primeira banda. Sobe ao palco os grandes ícones do pop-punk, New Found Glory, e os primeiros acordes da tradicional All Downhill From Here soam na casa, levando os fãs ao delírio logo na primeira música do maior setlist da noite!
“Boa noite São Paulo” eles dizem, e emendam Something I Call Personality e Understatement cantadas em alto e bom tom pela galera, que gerou reconhecimento por parte dos membros da banda, que aparentemente se divertiam muito no palco, pulando e fazendo caretas, estas por parte do comico baixista Ian Grushka. Truth Of My Youth, Truck Stop Blues deram sequencia, abrindo caminho para a faixa que recebe o nome de seu último disco, de 2011, Radiosurgery.
A banda que se apresentava pela segunda vez no Brasil após quatro anos deu seqüência na apresentação com dois bons sucessos Listen To Your Friends e Hold My Hand, mas o que a galera queria mesmo era ouvir Sonny, que em gritos pedindo a mesma, foi recebida com humor pelo guitarrista Chad Gilbert que devolveu os gritos com “sorry, sorry, sorry” porque ainda não era hora dela, mas que eles iriam tocar bem mais pra frente no show. Delírio da galera!
Mais delírio ainda foi com a surpresa (pelo menos por minha parte) quando gritos de “Hey Ho, Lets Go” surgiram e um incrível cover de Blitzkrieg Bop da lenda Ramones, deixando claramente uma das grandes influências da banda em seus 14 anos de carreira. Anthem For The Unwanted deu continuidade do show que chegava já na 10 música, e que o calor agora se tornara insuportável. O Carioca ferveu! A galera não parava sequer um segundo de cantar e pular aos incentivos constantemente realizados pelo vocalista Jordan, que realmente sabe levantar um público.
Falando em levantar, era hora de uma pausinha. Head On Collision fez sua parte e acalmou um pouco os ânimos. Mas por pouco, por muito pouco. Vegas surgiu na sequência e o agito voltou graças a faixa do disco que completa 12 anos em 2012. Failure’s Not Flattering e It’s Not Your Fault tomaram sua vez no show resultando em mais elogios da banda, que agradeciam constantemente aos fãs brasileiros, e diziam que nunca pensaram que, há 14 anos atrás, quando eles começaram, um dia estariam tocando para fãs de outro continente, e que tudo isso era graças a música, e àqueles que a consomem, por isso, a banda disse não se importar com os downloads (mesmo que ilegais), pois o que importa mesmo é ouvirem sua música, e isso é o que eles mais tinham de valor, e que agradeceram inúmeras vezes por isso.
Momento de descontração e o famoso cover de Kiss Me, originalmente do grupo Sixpense None The Richer, que todos sabiam cantar, e homens sem camisa, suados, se abraçavam em momentos que nunca iriam ocorrer sem ter uma faixa como esta sendo tocada por uma banda como esta!
Outra famosa, Dressed To Kill fora tocada também, para alegria dos presentes, seguida por Summer Fling, Don’t Mean A Thing e Forget My Name. Estávamos com 18 músicas até então e os ânimos pareciam não se esgotar, os pulos não paravam e as vozes continuavam firmes e fortes, como elogiou Chad, alegando ter que serem mais como o público, e ter mais energia para aguentar o tranco que a galera estava aguentando!
Don’t Let Her Pull You Down e a clássica Hit Or Miss encerravam o show… Isso é, não, porque Chad havia dito que iriam tocar Sonny, e bem, até agora nada.
Não enganaram ninguém, e aos gritos de “NFG” voltam sem calças Jordan, Chad e o resto dos caras (estes preferiram manter um pouco de dignidade), que não foi muito agradável, ver aquelas bundas magrelas coladas de suor nas suas cuecas. Em compensação, uma camisa foi atirada pra galera, e alguém ficou bem feliz.
Mais uma surpresa! Outro cover de uma de suas grandes influências: Basket Case, do Green Day foi cantada como se fosse uma música do NFG, e seus fãs curtiram muito. Finalmente Sonny, para delírio da casa que veio quase abaixo, e pessoas no andar de cima quase se jogando de tanto que se debruçavam no parapeito para cantar junto!
Finalmente o show chegava ao fim quando a introdução de My Friends Over You. Clássica. Cantada num último esforço de todos na casa, que marcaram mais um show épico da New Found Glory, que na minha opinião ainda volta para o Brasil, pois seus fãs claramente estarão lá, cantando com o topo de suas vozes como foi neste belo exemplo sábado passado.
Final de festival. Ar fresco, finalmente. E uma sensação de que o primeiro XLive Music Festival não deixou nada a dever. Começou como um show de hardcore, e terminou com uma grande festa (como naquelas de filmes de adolescentes norte americanos) e era tudo o que precisávamos para começar com o pé direito um ano que terá diversas apresentações internacionais e que promete muito!
Resenha por: Vitor Dechem
Mais uma inédita do Enter Shikari
janeiro 10th, 2012“Pack of Thieves” é o nome de mais uma das faixas que irão compor o novo álbum da Enter Shikari, A Flash Flood of Colour, que será lançado pela Ambush Reality/Hopeless Records na semana que vem. Ouça em primeira mão abaixo:
Prévia do último show do The Felix Culpa
janeiro 10th, 2012Confira abaixo uma trailer do último show da banda The Felix Culpa, que irá se transformar em um vídeo online que vai contar as crônicas desta última apresentação. Intitulado de To We, The Nearly Departed, o pequeno documentário será lançado pela No Sleep Records, no dia 20 de fevereiro.
At The Drive-In confirma volta
janeiro 9th, 2012Depois de todos os rumores que rolaram na internet da possível volta, a própria At The Drive-In confirmou seu retorno às atividades após 11 anos de hiato. A banda lançou um novo website e uma conta no Twitter.
A notícia veio através de um tweet da banda:
¡ ATENÇÃO ! Para aqueles que estavam em dúvida: AT THE DRIVE-IN vai quebrar seus 11 anos de silêncio. THIS STATION IS …NOW…OPERATIONAL
Curto documentário de 5 anos de The Maine
janeiro 8th, 2012Confira abaixo um pequeno (e engraçado) documentário que a banda The Maine fez sobre os 5 anos de sua existência, chamado Metamorphosis.
Novo do Early November após 6 anos
janeiro 8th, 2012O guitarrista/tecladista da The Early November, Joseph Marro, revelou que a banda pretende lançar o seu novo disco em junho. Ele disse:
Vai ser mais ou menos em junho.
Não quero que as pessoas tenham uma data em mente sem que temos certeza de que iremos cumprir o calendário. Para estar pronto em abril, teriamos que ter o disco completo agora, o que não é o caso. Eu acho que quando falamos pela primeira vez com a Rise, por volta de abril era uma possibilidade, mas acrescentamos alguns shows em nossa agenda, algumas coisas acontecera, etc, etc, e percebemos que junho seria mais realista.






